Manual de bem vender

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Um destes dias deu-me para fazer uma compra (quase) por impulso. Depois de refletir um pouco e decidir seguir em frente, fiz, como quase sempre, as minhas pesquisas online.

Passado algum tempo encontrei o que procurava, não interessa para o caso o quê, e selecionei duas lojas online. Nenhuma delas me dizia qualquer coisa e ambas tinham o que queria exatamente ao mesmo preço. Toca a procurar nos sites de  reputação se haveria queixas de algumas delas onde não encontrei nada de especial.

Tenho que dizer agora que uma das lojas era portuguesa e outra espanhola. Foi então que decidi verificar o modelo de despacho de cada uma delas.

Loja Portuguesa:

  • 48h para preparação da encomenda para enviar para os correios;
  • colocação da encomenda nos correios;
  • portes pagos pelo cliente;
  • tempo dos correios ao cliente? desconhecido;
  • levantamento da encomenda nos correios

Loja Espanhola:

  • Entrega entre 24h a 48h via SEUR, em Espanha e Portugal (excepto Baleares);
  • Portes gratuitos para encomendas acima de determinado valor (o que era o caso).

Decidi encomendar na loja Espanhola.

Fiz a encomenda às 02h00 da manhã de terça para quarta-feira, recebi um email às 08h00 (PT) desse mesmo dia a dizer que a minha encomenda estava em processamento e que partilhariam um tracking code assim que fosse entregue à transportadora. Quinta-feira às 15h recebo um telefonema a perguntar onde era exatamente a minha casa (quem me conhece sabe que não é fácil cá chegar, mesmo com a morada que não aparece em lado nenhum – nem no Google) e às 17h30m tinha a encomenda em casa, entregue em mão.

Conclusão: não basta ter o melhor preço. Às vezes – e por mim falo – não é sequer o principal fator a ter em conta. As lojas portuguesas – todas – competem hoje num mercado global. E os clientes quando compram querem o material para ontem, não para daqui a 2 semanas. Estar online não pode ser apenas fazer uma instalação manhosa do osCommerce ou do Magento.