Férias – dia 3

OceanárioO dia começou cedo. Antes das 08h00m. Assim nem parece férias. Acabo por acordar ainda mais cedo do que em alguns dias de trabalho…

Voltando ao que interessa. Tal como tinha deixado entender no relato de ontem, hoje era dia de viajarmos até à mouraria.

A ideia inicial era ir eu e o Hugo. A Filipa e a Helena ficariam em casa. Achamos sempre que fazer uma viagem tão longa com a menina tão pequena seria um crime…

No entanto, e por razões que desconheço, acabamos os quatro no carro. Sem saber bem como a alcofa estava (bem) colocada, e tínhamos tudo pronto para sair a 4. Saímos de casa, ainda não eram 09h00m e chegamos à estação de serviço em Ovar bem antes das 10h00m. Foi lá que nos encontramos com o PI, com o João, com a Tia Raquel e com o Tio Tó.

O meu maior medo com a ida da Helena era o acompanhamento que ia necessitar. Ela tanto pode querer alimentar-se de 10 em 10 minutos como adormecer e ficar 3 ou 4 horas sem amamentar. E na viagem tivemos ambas a situações. Para lá, fizemos Braga-Ovar sem qualquer problema. Depois de parar em Ovar, tivemos que parar em Tomar e depois fizemos tudo seguido até ao Vasco da Gama.

O Hugo, esse, portou-se como é normal. Sempre impecável e sem dar o mínimo de problemas. Pelo menos até esta altura. Ah, e fez a viagem para lá sem nunca dormir.

Chegamos ao centro comercial Vasco da Gama deveria ser bem perto das 14h00m. A praça de alimentação estava cheia e o calor insuportável. Felizmente, arranjamos lugar no restaurante do terceiro piso e pudemos almoçar à vontade… Bem, à vontade à vontade não, já que foi aqui que o Hugo começou a ficar chatinho. Foi aqui que fez a primeira birra por não querer comer a sopa. Obviamente o cansaço começava a fazer-se sentir. E sabia eu ainda o quanto faltava para ele poder dormir um pouco…

Bem, a Helena acordou. E toca a dar alimento à rapariga. E depois do alimento vem a saga que é conseguir que arrote e adormeça novamente. Às vezes 10 minutos é suficiente, outras vezes (como aconteceu já no regresso) 1 hora não chega.

Lá conseguimos entrar no Oceanário a meio da tarde. Não sem antes a rapariga comer novamente e passar por todo o ritual de pós-alimentação. Felizmente o restaurante dela anda sempre connosco, não é Filipa? 😛

Deveriam ser umas 16h00m quando entramos. Como todos os visitantes do Oceanário sabem, quando entramos damos de caras com o tanque principal. O problema é que o Hugo não estava à espera desta entrada. Aliás, não fazia a mínima ideia para onde ia…

Ficou logo fascinado. E apaixonado pelo local. Com a Helena a dormir na alcofa, pudemos apreciar a beleza natural de um sitio como este sem problemas.

Foram mais de duas horas a adorar peixes pequenos, peixes grandes, aves, algas, lontras, raias, tubarões, pinguins e outros que tais. Foram mais de duras horas a disparar a máquina fotográfica.

No final, um lanche rápido para os graúdos, e mais alimentação para a Helena. Mais umas fotos (afinal é para isso que serve um cartão de 2 Gb.) e toca de regressar a casa.

Ou tentar fazê-lo. Se o Hugo, adormeceu ainda antes de sair do parque de estacionamento (sim, é verdade, em menos de 30 segundos estava a dormir), a Helena ainda aguentou a dormir cerca de 1h30m até Tomar. O problema é que aí, foram precisas quase 2 horas para alimentá-la e adormecê-la. Conseguimos por-nos a caminho antes das 23h00m para chegar a Ovar e estar quase mais 1h. Resultado, chegamos a casa eram quase 2h00m (era 1h50m para ser exacto) e o Hugo, adormeceu em 5 minutos, esgotado.

Com a promessa de que vou criar uma colecção desta viagem no Flickr, deixo-vos algumas fotos. Mesmo um fotografo como eu, quando dispara muitas vezes consegue captar fotos de rara beleza (as fotos estão na continuação)…

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