Férias – dia 6
Este vai tipo telegrama…
- Manhã: O Hugo acordou mais uma vez em cima das 08h00m. Esteve a brincar toda a manhã enquanto o pai e a mãe iam descansando;
- Tarde: Depois do Hugo acordar do sono pós-almoço, fomos até ao Tio Paulo. Ainda fomos a tempo de dar um mergulho na piscina. A água estava gelada;
- Noite: Ficamos em casa a ver o futebol. Mais valia ter ido dar uma volta;
O eléctrico em Braga
O blog Avenida Central está a levar a cabo uma petição para promover a discussão publica sobre a possibilidade do regresso do eléctrico à nossa cidade.
Se a mim não me custa dizer que adoro viver nesta cidade, que me acolheu desde os primeiros anos da minha vida, também sou o primeiro a reconhecer que algumas coisas não funcionam. E que por isso devemos fazer algo para as melhorar.
Uma delas é precisamente a mobilidade dos seus habitantes. Por isso, não me custa absolutamente nada associar-me a esta excelente iniciativa.
Deixo assim aqui o texto integral da petição e convido-os também a assinar…
O eléctrico é um meio de transporte muito utilizado ao longo do século XX, nas maiores cidades de todo o mundo. O eléctrico faz normalmente percursos turísticos, mas o facto de ter prioridade sobre os demais transportes terrestres leva a que se tenha tornado um meio de transporte rápido, utilizado por largos sectores da sociedade no seu dia a dia.
O eléctrico chegou a Braga em 1914, tendo muita popularidade até aos anos cinquenta. Em 1963, devido à acelerada degradação da qualidade do serviço prestado pelo eléctrico, a Câmara de Braga passa a priveligiar o uso de troleicarros, transporte que será utilizado até 1979. Tanto os troleicarros como o eléctrico circulavam em duas linhas: uma desde o Monte de Arcos até ao Parque da Ponte e outra desde o Elevador do Bom Jesus até à Estação de Caminhos de Ferro.
O eléctrico deixou muita saudade e a Braga do século XXI, moderna e acolhedora, não pode deixar de ponderar seriamente o regresso do eléctrico. A aposta não seria exclusivamente turística, uma vez que o eléctrico seria uma excelente alternativa a algumas das linhas de autocarros da TUB (parte das linhas 2, 7 e 24) e poderia servir, no imediato, a tão desejada e necessária ligação entre a Estação de Caminhos de Ferro e a Universidade do Minho, seguindo depois para o Bom Jesus.
Assim, os subscritores desta petição reclamam o estudo e planeamento do regresso urgente do eléctrico à cidade de Braga, favorecendo a mobilidade interna da cidade e tornando-a turisticamente mais apelativa.
links for 2007-09-09
Férias – dia 5
Hoje, voltamos à praia. Só eu e o Hugo, novamente e mais uma vez apenas de manhã.
Se na terça-feira estava calor, mas corria uma pequena brisa, hoje estava calor e sem qualquer brisa. Qual nortada, qual quê. Nada. Apenas o sol e o calor.
Infelizmente, hoje a qualidade da água hoje não me pareceu aconselhável. Muito castanha e com uma espuma esquisita. Mas o relatório das análises da água colhida há 3 dias dão a mesma como “Boa” pelo que pode ter sido apenas impressão minha. Pelo sim pelo não, não tocamos na água hoje. Para além disso não havia muita gente na água pelo que, das duas uma. Ou as pessoas tinham a mesma “sensação” que eu ou a água estava gelada…
De tarde, depois de aterrarmos os dois às 14h00, acordamos bem depois das 18h00m pelo que perdemos uma tarde de diversão.
À noite, mais uma volta pela cidade, meia hora a brincar no parque e chegados a casa, 10 minutos foi o suficiente para a higiene do final de dia, o ultimo biberão de leite e para aterrar na cama.
Férias – dia 4
Ontem, tiramos férias das férias.
Com a viagem ao Oceanário, ficamos completamente de rastos (pelo menos eu fiquei) e apenas tivemos forças para dar um salto à piscina da Tia Alice já depois das 18h00m.
À noite um salto até ao centro da cidade os quatro e ficou o dia terminado.
Férias – dia 3
O dia começou cedo. Antes das 08h00m. Assim nem parece férias. Acabo por acordar ainda mais cedo do que em alguns dias de trabalho…
Voltando ao que interessa. Tal como tinha deixado entender no relato de ontem, hoje era dia de viajarmos até à mouraria.
A ideia inicial era ir eu e o Hugo. A Filipa e a Helena ficariam em casa. Achamos sempre que fazer uma viagem tão longa com a menina tão pequena seria um crime…
No entanto, e por razões que desconheço, acabamos os quatro no carro. Sem saber bem como a alcofa estava (bem) colocada, e tínhamos tudo pronto para sair a 4. Saímos de casa, ainda não eram 09h00m e chegamos à estação de serviço em Ovar bem antes das 10h00m. Foi lá que nos encontramos com o PI, com o João, com a Tia Raquel e com o Tio Tó.
O meu maior medo com a ida da Helena era o acompanhamento que ia necessitar. Ela tanto pode querer alimentar-se de 10 em 10 minutos como adormecer e ficar 3 ou 4 horas sem amamentar. E na viagem tivemos ambas a situações. Para lá, fizemos Braga-Ovar sem qualquer problema. Depois de parar em Ovar, tivemos que parar em Tomar e depois fizemos tudo seguido até ao Vasco da Gama.
O Hugo, esse, portou-se como é normal. Sempre impecável e sem dar o mínimo de problemas. Pelo menos até esta altura. Ah, e fez a viagem para lá sem nunca dormir.
Chegamos ao centro comercial Vasco da Gama deveria ser bem perto das 14h00m. A praça de alimentação estava cheia e o calor insuportável. Felizmente, arranjamos lugar no restaurante do terceiro piso e pudemos almoçar à vontade… Bem, à vontade à vontade não, já que foi aqui que o Hugo começou a ficar chatinho. Foi aqui que fez a primeira birra por não querer comer a sopa. Obviamente o cansaço começava a fazer-se sentir. E sabia eu ainda o quanto faltava para ele poder dormir um pouco…
Bem, a Helena acordou. E toca a dar alimento à rapariga. E depois do alimento vem a saga que é conseguir que arrote e adormeça novamente. Às vezes 10 minutos é suficiente, outras vezes (como aconteceu já no regresso) 1 hora não chega.
Lá conseguimos entrar no Oceanário a meio da tarde. Não sem antes a rapariga comer novamente e passar por todo o ritual de pós-alimentação. Felizmente o restaurante dela anda sempre connosco, não é Filipa?
Deveriam ser umas 16h00m quando entramos. Como todos os visitantes do Oceanário sabem, quando entramos damos de caras com o tanque principal. O problema é que o Hugo não estava à espera desta entrada. Aliás, não fazia a mínima ideia para onde ia…
Ficou logo fascinado. E apaixonado pelo local. Com a Helena a dormir na alcofa, pudemos apreciar a beleza natural de um sitio como este sem problemas.
Foram mais de duas horas a adorar peixes pequenos, peixes grandes, aves, algas, lontras, raias, tubarões, pinguins e outros que tais. Foram mais de duras horas a disparar a máquina fotográfica.
No final, um lanche rápido para os graúdos, e mais alimentação para a Helena. Mais umas fotos (afinal é para isso que serve um cartão de 2 Gb.) e toca de regressar a casa.
Ou tentar fazê-lo. Se o Hugo, adormeceu ainda antes de sair do parque de estacionamento (sim, é verdade, em menos de 30 segundos estava a dormir), a Helena ainda aguentou a dormir cerca de 1h30m até Tomar. O problema é que aí, foram precisas quase 2 horas para alimentá-la e adormecê-la. Conseguimos por-nos a caminho antes das 23h00m para chegar a Ovar e estar quase mais 1h. Resultado, chegamos a casa eram quase 2h00m (era 1h50m para ser exacto) e o Hugo, adormeceu em 5 minutos, esgotado.
Com a promessa de que vou criar uma colecção desta viagem no Flickr, deixo-vos algumas fotos. Mesmo um fotografo como eu, quando dispara muitas vezes consegue captar fotos de rara beleza (as fotos estão na continuação)…
Férias – dia 2
O dia começou bem cedo.
Ainda não eram 08h00 e já o Hugo estava acordado. Talvez excitado pela possibilidade de ir à praia conforme lhe tinha prometido na noite anterior.
Pequeno-almoço para o corpo e toca de nos pormos a caminho da praia. Apenas eu e ele. As gajas, essas, ficaram em casa que é o lugar delas.
Chegamos à Póvoa de Varzim deveriam ser umas 09h30. O dia estava magnifico. O termómetro do carro marcava 24º mas, sinceramente, não acredito. Estaria certamente um pouco mais.
Colocar a toalha na areia, despir as sapatilhas e as sandálias e colocar protector solar. Depois, foi passar toda a manhã entre brincar com a bola, brincar à beira-mar, lançar o papagaio ao vento e por fim, brincar com a bola nas pequenas poças de água que se iam formando com a baixa da maré. Voltamos a casa por volta das 13h00.
De tarde, depois de um pequeno sono, voltamos à piscina da Tia Alice, tal como no dia anterior. Desta vez, porém com duas diferenças:
- Em vez de estarmos sós na piscina tínhamos a companhia do PI, da Tia Raquel, do Tio Tó e da madrinha;
- Chegamos antes das 17h15m o que nos permitiu cerca de 2 horas de pura diversão. Ainda por cima, as braçadeiras ficaram mais uma vez em casa;
Acabamos por jantar todos na casa da Tia Alice. O dia terminou uma vez mais perto das 23h30m…
Com o Hugo esgotado fica uma certeza: amanhã espera-nos mais um dia em cheio com uma visita ao Oceanário.
Férias – dia 1
Vamos ver se vou conseguir relatar, durante as minhas férias, como vão sendo os meus dias…
Para já, e como o portátil vai estando ligado, vai ser fácil.
Comecemos pelo primeiro dia. Obviamente que foi um dia calmo.
De manhã, aproveitei para fechar pequenas coisas que ainda estavam pendentes do trabalho. Enviar um ou outro email e confirmar a indisponibilidade do telemóvel.
De tarde, depois de colocar o Hugo a dormir, aproveitei para ir à Segurança Social entregar a documentação da licença parental e da licença de 5 dias. Como estava sozinho, aproveitei para ir à Staples Office Centre, ao AKI e à Media Markt. Não comprei nada…
Chegado a casa, acordar o Hugo e fomos para piscina da tia Alice. As braçadeiras ficaram em casa pelo que foi uma hora (das 18h00 às 19h00) a viver no limite. Ele não queria o pai perto e o pai não queria ficar longe do rapazote.
Chegados a casa, mal tivemos tempo para lhe dar a sopinha e toca de sair novamente. Desta vez ao Minho Center, para cortar o cabelo aos homens da casa.
Acabamos por jantar por lá. Às 23h30 estava o dia terminado.


last.fm