Archive for the ‘humor’ Category
Golf e golfe vs. jornalismo e lixo
Ainda na sequência do meu último post, parece que a RTP não sabe a diferença entre o golfe, desporto e o Golf, carro da Volkswagen.
É o jornalismo que temos. Não está muito diferente do que temos no resto do país.
Lei da Física
Aqui está um vídeo desafiando a lei da física e comprovando que se pode montar a queda de água desenhada por Escher.
Um pouco de humor
Sai um vídeo daqueles para a mesa do canto, “faz favor“:
(um rebuçado para quem não se rir)
nota: quando ví o vídeo, tinha pouco mais de 62.000 visualizações. Vamos ver onde vai parar…
O dia em que o pilau se riu
Hugo – Mãe, vais passar por aquele túnel?
Mãe – Vou.
Hugo – Por aquele ali que vem aí?
Mãe – Sim, claro. Como é que achas que vamos para a escola?
Hugo – Ai, ai.. Ai, ai…
Mãe – O que foi filho?
Hugo – Ai que o meu pilau vai-se rir!
Foi (mais ou menos) assim a primeira vez que ouvimos falar do pilau a rir-se.
Quando lhe perguntamos porque é que o pilau se ria, a resposta não podia ser mais simples:
- Olha, porque sim, o que achas?
Agora, sempre que passamos num túnel ou numa ponte com um declive acima do normal lá vem a frase do costume:
Hugo – Ai que o meu pilau vai-se rir!
Helena – Ai que o meu pipi vai-se rir!
Eu e a Filipa, rimo-nos sempre!
Ilusão de Óptica
Uma fantástica ilusão de óptica:
ps: este blog não aderiu nem o vai fazer tão cedo ao novo acordo ortográfico e continuarei a escrever em Português de Portugal
McContas
Ontem, foi dia de fazer uma visita à Feira Romana que este fim-de-semana ocorreu em Braga.
É uma feira que já se vem realizando há alguns anos e que começa a ser visitada por muita gente. Durante 3 dias as ruas da cidade renovam-se e transformam-se em algo mais que umas pedras amontoadas.
Sempre disse que não há no país local mais historicamente interessante para realizar este tipo de eventos que não seja em Braga.
Mas voltando à visita de ontem. Andávamos a passear pela cidade a meio da tarde quando, com o calor a apertar sugeri passarmos pelo McDonalds para comer um Sundae [para quem não conhece é um gelado desta cadeia de fast-food]. Restaurante cheio, para variar. Atendimento caótico, também para variar.
Mas o que me chocou foi a cena que descrevo a seguir.
Chegada a minha vez, começo a realizar o meu pedido.
“Quero 1 disto, 2 daquilos, um café, e…”, sou interrompido.
Do lado de lá do balcão, ainda mal saída das fraldas uma voz diz-me:
- “Desculpe, pode pagar já isto… Enganei-me e ainda me falta registar a bebida…”Sem problemas, pensei. “Quanto é?” – pergunto!
“São 5.35€”
Acto contínuo, dou uma nota de 20€…
Foi neste momento que fui surpreendido. A menina do lado de lá do balcão paralisou. Olhou para a caixa vezes sem conta, mas pareceu-me que a caixa automática não ajudou muito. Uns minutos volvidos e da caixa ao lado veio a tão esperada ajuda:
“O troco para o senhor são 14.65€”
Os meus olhos não acreditavam no que estavam a presenciar…
Uma simples conta de somar e subtrair, traída pela rapidez dos dedos e consequentemente a falta de apoio do ponto de venda não permitiu que aquela pessoa conseguisse terminar uma venda. Bloqueou, tentou fazer a conta, recomeçou vezes sem conta, desistiu e pediu ajuda…

Dilbert
Olha para o que digo, não para o que faço
No passado fim-de-semana, o SL Benfica, através do seu director de comunicação veio criticar o preço dos bilhetes que a Académica de Coimbra cobrou.
… politica mercantilista de preços promovida pela Académica, que afastou sete mil espectadores deste jogo. Com bilhetes a 65 euros, é impossível promover o futebol em Portugal.
O que podemos constatar nós, no site do clube anfitrião, para a próxima jornada, um jogo com o todo poderoso Olhanense?

Mais valia estar calado!



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