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Onde começa a diversão…

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Previsões 2009

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Como gosto de fazer futurologia e como também gosto de brincar, aqui ficam 30 previsões para 2009:

Desporto:

Política:

  • O PSD será o partido mais votado nas eleições europeias a ocorrer em Junho;
  • Se o PSD se apresentar nas eleições legislativas (Setembro/Outubro) com Manuela Ferreira Leite, o PS vai renovar a maioria absoluta (ou ficará muito perto);
  • Mesquita Machado vai (finalmente?) perder a Câmara Municipal de Braga nas autárquicas (Outubro);
  • Ainda nas autárquicas Rui Rio renova o mandato no Porto e Pedro Santana Lopes ganha Lisboa para o PSD;
  • Manuela Ferreira Leite abandona o PSD;
  • Os grandes países europeus (GB, DE, FR, IT e ES) preocupar-se-ão principalmente com os seus problemas e com o impacto da crise nos seus países;
  • Barak Obama focar-se-á na recuperação da economia americana deixando a política externa para segundo plano.

Portugal e o Mundo:

  • O processo Casa Pia vai, finalmente, terminar com um condenado apenas – Carlos Silvino;
  • O processo Apito Dourado vai terminar sem nada se (realmente) comprovar;
  • A crise mundial ainda se agravará mais antes de começar a melhorar. Como sempre em Portugal, a crise em força aparecerá lá para 2010;
  • Continuaremos todos nós, contribuintes, a pagar as borradas e falcatruas de administradores de empresas privadas pagos a peso de ouro;
  • Israelitas e Palestinianos ou se preferirem, judeus e árabes continuaram a matar-se mutuamente em proporções desiguais;
  • O Iraque continuará a ser uma terra esquecida e semi-abandonada. Apenas as centenas de milhar de barris de petróleo que de lá saem têm alguma atenção;
  • O dólar continuará a desvalorizar em relação ao euro e a pressão para fazer subir o preço do barril do petróleo continuará a ser feita pelos países da OPEP. Será colocado em cima da mesa a possibilidade de os países produtores de petróleo passarem a receber em euros.
  • O Banco Central Europeu continuará a baixar a taxa de juro, embora sem chegar ao mesmo nível das taxas do FED;
  • Os bancos continuarão com falta de liquidez e os empréstimos serão cada vez mais difíceis ou com spread’s altíssimos.

Tecnologia:

  • O gmail sairá finalmente de beta; :)
  • A Microsoft lutará contra o tempo para conseguir lançar em 2009 o Windows 7, como prometido;
  • A Google conseguirá finalmente lançar no mercado um concorrente a sério ao iPhone, depois do fiasco tecnológico que foi o lançamento do G1 da T-Mobile.

Pessoal:

  • Não terei o aumento que espero no ordenado. O único aumento será no volume de trabalho;
  • Continuarei a orientar a minha vida em função das necessidades do Hugo e da Helena;
  • O blog continuará a crescer em visitas e em qualidade (assim espero);
  • A construção da casa entrará finalmente em ponto de não-retorno;
  • Conseguirei pôr a Filipa a escrever em blogs, mas não será neste.

Uma lista a rever no final do ano…

A Guerra dos Professores

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Este título não foi escolhido ao acaso. Neste momento, os principais dirigentes sindicais que “defendem” os professores, estão numa autêntica guerra com o Ministério.

O problema é que, tal como defende Robert Fisk, “a Guerra representa o falhanço total do espírito Humano“. Neste caso em particular, estamos, todos, a assistir a uma guerra que ninguém pode ganhar.

É minha convicção que, numa guerra, não há vencedores ou vencidos. O que a história nos ensina é que há quem perde mais e quem perde menos. E normalmente quem perde menos tem o poder de exigir algo a quem perde mais.

Continuando com a analogia não inocente no caso dos professores vs. Ministério, ainda nenhum dos “intervenientes” se deram conta de algo primordial. Nesta guerra, tal como nas reais, há inocentes que não estão interessados em tomar partido por nenhuma das partes, mas que se vêm privados dos seus direitos fundamentais.

Como pai e encarregado de educação que sou, sinto que os alunos das escolas públicas se vêm no meio de um campo de batalha que está minado de ambos os lados. Sabem que não se podem mover. Para nenhum dos lados. É deles esperado que assistam, de um local privilegiado, à resolução do caos.

Não vou aqui tomar partido. Conheço satisfatoriamente bem a realidade das escolas portuguesas (ver disclaimer no fim do post) mas também percebo bem que um governo de maioria absoluta se dedique a usar e abusar do poder que tal posição lhe dá.

Compreendo a resistência à mudança. É natural e humano que assim seja. Mas penso que são os professores os maiores prejudicados pela não implementação de um sistema de avaliação.

Não concordo com o Pedro Morgado quando diz, que “O Ministério convoca os sindicatos para negociações mortas à partida“. Ao não abdicar deste modelo de avaliação – por não haver proposta de modelo alternativo – o Ministério apenas confirma que quer os professores avaliados. A proposta apresentada pela Plataforma Sindical assenta, imagine-se, na auto-avaliação. A auto-avaliação não deve ser descurada mas não pode nunca ser o item em avaliação.

Parece-me ainda importante dizer três coisas:

  • Os alunos que têm pais com possibilidades estão no ensino privado. Lá, não vemos professores a queixarem-se de trabalharem 8 horas/dia (em vez das usuais 4 ou 5 no público). Não vemos professores a queixarem-se de serem constantemente avaliados, pelos seus alunos, pelos pais destes e pelos seus pares. Não vemos professores a queixarem-se de apenas terem direito a 25 dias úteis de férias durante o ano. A única coisa que vemos é estes professores a tentarem a colocação da praxe no ensino público;
  • Sou da mesma opinião que algumas pessoas com quem já falei: penso que os professores não estão a ser devidamente representados. A sua mensagem não passa e o público não sabe (ou não quer saber) de que se queixam e esta é uma responsabilidade da plataforma sindical;
  • É minha opinião, que vale o que vale, mas aqui posso dizer o que quer, que, por cada voto de um professor que o governo perde, ganha dois ou três da população “geral”.

Por fim, acho engraçado a plataforma sindical vir agora dizer que fazer greve nas próximas duas semanas não terá qualquer impacto. Óbvio. Os únicos impactos que a plataforma sindical está interessada em provocar são o aproveitamento de pontes e feriados e greves às segundas/sextas-feiras e, porque não dizê-lo em alta voz, descartar a responsabilidade de ensinar a quem realmente interessa: os alunos.

Olha, afinal tomei partido… Fugiu-me…

Disclaimer: Tinha prometido a mim mesmo que não escrevia sobre este assunto.
Por uma razão muito simples: a Filipa, sendo professora, é parte interessada e este assunto é, potencialmente, um foco de discórdia cá em casa.
No entanto, não me consigo conter. A Filipa tem exactamente a mesma arma para expressar o seu ponto de vista, se precisar e quiser. E prometo que as suas entradas no blog não serão censuradas.

Written by António Soares

Dezembro 18th, 2008 at 12:24 am

Olé

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Apenas a família e poucos amigos me conhecem…

A fotografia ficou um “pouco” favorecida, pois não sou assim tão jeitosa…mas sou muito divertida. :P

Vou tentar arranjar algum tempo para escrever o que me vai na alma.

Fiquem à espera …

Com os meus cumprimento

Filipa Soares

Written by Filipa Soares

Agosto 28th, 2008 at 11:03 pm

Posted in blog,filipa,internet,pessoal

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