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Onde começa a diversão…

Archive for the ‘filipa’ Category

Parabéns

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Muitos parabéns do Toni, do Hugo e da Helena.

:D

Escrito por António Soares

7. Fevereiro 2010 em 12:03

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Oito anos

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Parabéns!

wedding-rings

Escrito por António Soares

1. Dezembro 2009 em 16:06

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Férias

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Sim, é verdade! Estou de férias já há uma semana…

O problema é que, por Braga o tempo tem estado uma valente porcaria (e isto para não dizer um palavrão).

Depois do ano passado ter ido para Palma, este ano vou ficar por cá.

Na próxima semana, apanham-me por aqui:

Ver mapa maior

Desta vez, ao contrário do que aconteceu o ano passado, tenho acesso à internet, mas não contem com actualizações aqui.

Acredito que, no meu twitter, apareçam algumas entradas. :)

Vemo-nos em Agosto.

Escrito por António Soares

25. Julho 2009 em 17:25

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A Guerra dos Professores [II]

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Penso que o braço de ferro entre o Governo e a plataforma sindical que representa os professores está para durar.

Por ter uma professora em casa, percebo e acompanho as movimentações dos sindicatos e dos professores. Como não tenho ninguém pertencente ao governo por perto, não sei o que se passa do outro lado da barricada…

Do lado dos professores, a mobilização é constante. A troca de email’s e notícias, é diária. A referência a blogues que contém posições semelhantes e concordantes às tomadas pela plataforma é ordem do dia.

Hoje, mais uma vez, tive o prazer de receber mais um desses exemplares:

O exemplo britânico.

Os pais dos alunos com comportamentos violentos nas escolas britânicas vão passar a ser multados num valor que pode ir até aos 1450 euros.

As intimidações verbais e físicas não podem continuar a ser toleradas nas nossas escolas, seja quais forem as motivações‘ sublinhou a Secretária de Estado para as Escolas.

Disse também que ‘ as crianças têm de distinguir o bem e o mal e saber que haverá consequências se ultrapassarem a
fronteira
‘.

Acrescentou ainda que ‘vão reforçar a autoridade dos professores, dando-lhes confiança e apoio para que tomem atitudes firmes face a todas formas de má conduta por parte dos alunos‘.

(itálico e negrito são da minha responsabilidade)

O texto continuava. Não continha referências e a única coisa que consegui encontrar foi uma dúzia de comentários em blogues vários e a entrada, em Maio de 2008, no blogue auto-intitulado Movimento Professores Revoltados.

No entanto, dando de barato que a notícia é verdadeira, tenho que reconhecer que concordo que o exemplo britânico seja adoptado em Portugal.

Proponho até que a plataforma sindical não se fique pelo que lhe interessa e importe todo o exemplo britânico para Portugal.

Por exemplo, porque não juntarem na mesa de negociações a semana de trabalho com 35 horas?

Porque não, serem completamente transparentes e deixarem de marcar greves para dias convenientes para a realização de pontes ou junto ao fim-de-semana?

Porque não dar desde já um sinal de boa fé e dizer que não vão prejudicar os seus alunos e as suas avaliações?

Porque não comprometerem-se já, ano de eleições, a apenas fazerem greve em períodos não-lectivos?

Porque será que acho, que esticando a corda, os professores vão levar a vontade deles até ao fim?

Será que é por ser ano de 3 eleições? Ou será porque este governo já mostrou antes que não tem tomates para levar uma decisão (por dura que seja) até ao fim – basta lembrar o que se passou com os camionistas ou com o estatuto político dos Açores?

Escrito por António Soares

21. Janeiro 2009 em 00:36

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Linux Inside

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Fedora Logo

Fedora Logo

Finalmente consegui!

Depois de um upgrade à memória do desktop, e de lhe colocar o disco de 500Gb do MythTV que tinha na sala (antes de me dedicar às pipocas), troquei o Windows XP cheio de malware pelo novíssimo Fedora 10 (ainda testei o Open Suse 11.1, mas embora visualmente apelativo, não me dei com aquilo).

O PC é maioritariamente usado pela Filipa, pelo que tive que ter alguma preocupação com o software que lhe disponibilizei.

Comecei com o óbvio Open Office 3.0 e até agora ela não se queixou. As aplicações mais básicas estão cá todas e depois há a indispensável (para ela, pelo menos): o Picasa.

Facilmente instalei o Dropbox e recuperei os 990Mb de documentos já arquivados em menos de nada. A Filipa passou agora a ter 3 “computadores” em que sincroniza os documentos. Aceder a qualquer documento da escola é tão simples como ir a uma página web.

De resto, instalei a impressora apenas com 1 clique. Foi ligar e já está. Até o scanner ficou a funcionar automagicamente (já vos disse o quanto gosto desta palavra, não já?).

Ainda me falta colocar a funcionar duas coisas:

  1. A placa de captura de TV, para ver televisão no PC;
  2. O firewire (tenho um disco externo que se liga por firewire ou USB). Já o tive a funcionar sem problemas, de há uns tempos para cá, deixou de funcionar… Nada que não se resolva em 30 minutos…

Vamos ver como correm as próximas semanas e, se tudo correr conforme esperado ainda vou libertar o espaço ocupado pela partição Windows (que não funciona, devido à mudança de placa gráfica).

Pode ser que entretanto a Filipa se lembre de aparecer por aqui para vos contar como está a correr a experiência dela.

Escrito por António Soares

13. Janeiro 2009 em 00:30

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Previsões 2009

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Como gosto de fazer futurologia e como também gosto de brincar, aqui ficam 30 previsões para 2009:

Desporto:

Política:

Portugal e o Mundo:

Tecnologia:

Pessoal:

Uma lista a rever no final do ano…

Escrito por António Soares

4. Janeiro 2009 em 03:21

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A Guerra dos Professores

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Este título não foi escolhido ao acaso. Neste momento, os principais dirigentes sindicais que “defendem” os professores, estão numa autêntica guerra com o Ministério.

O problema é que, tal como defende Robert Fisk, “a Guerra representa o falhanço total do espírito Humano“. Neste caso em particular, estamos, todos, a assistir a uma guerra que ninguém pode ganhar.

É minha convicção que, numa guerra, não há vencedores ou vencidos. O que a história nos ensina é que há quem perde mais e quem perde menos. E normalmente quem perde menos tem o poder de exigir algo a quem perde mais.

Continuando com a analogia não inocente no caso dos professores vs. Ministério, ainda nenhum dos “intervenientes” se deram conta de algo primordial. Nesta guerra, tal como nas reais, há inocentes que não estão interessados em tomar partido por nenhuma das partes, mas que se vêm privados dos seus direitos fundamentais.

Como pai e encarregado de educação que sou, sinto que os alunos das escolas públicas se vêm no meio de um campo de batalha que está minado de ambos os lados. Sabem que não se podem mover. Para nenhum dos lados. É deles esperado que assistam, de um local privilegiado, à resolução do caos.

Não vou aqui tomar partido. Conheço satisfatoriamente bem a realidade das escolas portuguesas (ver disclaimer no fim do post) mas também percebo bem que um governo de maioria absoluta se dedique a usar e abusar do poder que tal posição lhe dá.

Compreendo a resistência à mudança. É natural e humano que assim seja. Mas penso que são os professores os maiores prejudicados pela não implementação de um sistema de avaliação.

Não concordo com o Pedro Morgado quando diz, que “O Ministério convoca os sindicatos para negociações mortas à partida“. Ao não abdicar deste modelo de avaliação – por não haver proposta de modelo alternativo – o Ministério apenas confirma que quer os professores avaliados. A proposta apresentada pela Plataforma Sindical assenta, imagine-se, na auto-avaliação. A auto-avaliação não deve ser descurada mas não pode nunca ser o item em avaliação.

Parece-me ainda importante dizer três coisas:

Por fim, acho engraçado a plataforma sindical vir agora dizer que fazer greve nas próximas duas semanas não terá qualquer impacto. Óbvio. Os únicos impactos que a plataforma sindical está interessada em provocar são o aproveitamento de pontes e feriados e greves às segundas/sextas-feiras e, porque não dizê-lo em alta voz, descartar a responsabilidade de ensinar a quem realmente interessa: os alunos.

Olha, afinal tomei partido… Fugiu-me…

Disclaimer: Tinha prometido a mim mesmo que não escrevia sobre este assunto.
Por uma razão muito simples: a Filipa, sendo professora, é parte interessada e este assunto é, potencialmente, um foco de discórdia cá em casa.
No entanto, não me consigo conter. A Filipa tem exactamente a mesma arma para expressar o seu ponto de vista, se precisar e quiser. E prometo que as suas entradas no blog não serão censuradas.

Escrito por António Soares

18. Dezembro 2008 em 00:24

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Olé

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Apenas a família e poucos amigos me conhecem…

A fotografia ficou um “pouco” favorecida, pois não sou assim tão jeitosa…mas sou muito divertida. :P

Vou tentar arranjar algum tempo para escrever o que me vai na alma.

Fiquem à espera …

Com os meus cumprimento

Filipa Soares

Escrito por Filipa Soares

28. Agosto 2008 em 23:03

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