8 anos

8 aninhos filho.

Parabéns do papá, mama e mana. E um beijo do tamanho do mundo de nós os três.

Que este dia seja tudo o que andas a desejar há semanas.

Hugo Soares

Muito obrigado, Sr. Presidente

Parece que faz hoje 30 anos que Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa foi eleito presidente do melhor clube português.

Em trinta anos, o Presidente transformou um clube medíocre, gozado em Portugal e sem ambição para além do rio Douro numa potência internacional e sem adversário à altura neste país.

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Já tinha nascido. Mas seguramente não pescava nada de futebol já que não tenho qualquer memória do clube sem Pinto da Costa.

Contam-me histórias de Pavão, falecido em pleno relvado das Antas. De Cubillas considerado por muitos o melhor jogador de sempre do clube e um dos melhores jogadores de sempre a passar por Portugal.

Em trinta anos, Pinto da Costa não acertou sempre – Octávio Machado? A sério?.
E nem sempre estive de acordo com o Sr. Presidente.

Mas trinta anos volvidos, foram dezenas os momentos inesquecíveis que me permitiu festejar. Nem falo dos óbvios Prater, Gelsenkirchen, Sevilha, Viena ou Tóquio.

Falo de pequenas coisas.

Como ver o nosso clube ganhar duas vezes por 5-0 aos vermelhos (na Luz, primeiro e no Dragão depois).
Como ter tido uma época inesquecível, mas não irrepetível como a do ano passado.
Como ser tri, tetra e depois penta-campeão.
Como passar o clube das galinhas depenadas como o clube com mais títulos em Portugal – algo absolutamente impensável há 20 anos atrás.

Por tudo isto que está para trás. Por tudo aquilo que, tenho a certeza, ainda nos vai permitir festejar, só tenho a dizer: muito obrigado, Sr. Presidente.

Para lá de todas as vitórias, de todos os títulos conquistados, de todas as taças em todas as modalidades, de todos os triunfos obtidos, quando nos pedem para nomear a vitória mais saborosa, é sem dificuldade que elegemos uma à qual todas as outras se subordinam: o orgulho de ser portista.

citação retirada de bibo-porto-carago

Regresso

Haveria muito a dizer desde que no último dia de janeiro coloquei aqui a minha ultima entrada.

Podia falar do meu aniversário, do da Filipa – que falha a minha, nem uma foto para recordar – do carnaval, da minha primeira ida a tribunal, da minha operação à tiroide ou da vitória do F. C. Porto no tradicional salão de festas em Lisboa…

Podia falar disso tudo, mas não me apetece.

Apenas vou dizer que estou de regresso, já fiz o meu IRS e este ano os meus 0.5% vão para

 

BA

Produtividade

Deixem-me ver se percebo…

Hoje – ontem na realidade, mas não interessa para o caso – tive que ir a tribunal, prestar declarações como testemunha num processo.

O tribunal abre às 09h00, fecha às 12h30. Reabre às 14h30 e fecha às 16h (ou 16h30, não é importante agora). Começa logo com um excelente horário…

A chamada está marcada para as 09h30. Não aconteceu antes das 09h50.

O julgamento (ou processo ou lá como se chama à coisa) não começou antes das 10h00. Eram talvez umas 10h05 quando as primeiras testemunhas entraram para a sala de audiência.

As duas advogadas, o sr. dr. juiz e mais não sei quem, já tinham atividades marcadas para a parte da tarde.

Entre requerente e requerido, éramos umas 15 testemunhas.

Não era mais que esperado que, em pouco mais de 2h não conseguissem ouvir todas as pessoas notificadas? Extrapolando o tempo de julgamento para 3h, as 15 testemunhas que apareceram – sim porque ainda houve testemunhas que faltaram – teriam que ser ouvidas a um ritmo de menos de 15 mins por testemunha. Sem intervalos, ou perdas de tempo na chamada das mesmas…

Cabe na cabeça de alguém, eu e mais umas quantas pessoas termos perdido uma manhã inteira de trabalho, para estar num corredor de um tribunal, gelado, com frio, sem condições algumas para às 12h40 nos dizerem que temos que voltar em Março e que já não seríamos ouvido no dia?

Não era previsível que tal acontecesse a um conjunto de pessoas?

Havia de ser lindo ter todas as instituições – públicas e privadas – governarem-se à grande à custa do tempo dos outros…

Olha eu a fugir aos impostos em Portugal

Aí está a primeira polémica do ano.

O grupo Gerónimo Martins, dona do Pingo Doce, passou todo o seu capital para uma subsidiária Holandesa.

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Estou certo que outras grandes empresas se seguirão.

Sei também que já não é de Portugal que vem a maior fatia de receitas da Jerónimo Martins.

Mas se já lá não comprava nada, não vai ser agora que vão ganhar um cliente…

Vândalos à solta

Por estes dias – sexta-feira para ser preciso – chega-se um colega ao pé de mim – olá Flávio – e diz-me:

- Já viste o teu blog?
- O que se passa?, perguntei intrigado

Lá vim espreitar e, surpresa, os vândalos tinham atacado outra vez:

Não é a primeira vez, nem será seguramente a última, mas é sempre chato.

Tudo o que espero é que, da próxima, sejam ainda mais amigos e aproveitem para dar um ar mais sexual à página. Pode ser que o número de visitantes aumente… :)